{{fields}} campos e {{plants}} usinas de gás/petróleo, ligados pelos grandes corredores de transporte
Este mapa reúne três elos da mesma cadeia produtiva: os campos de petróleo e gás em produção (quadrados), as usinas elétricas que queimam esses hidrocarbonetos (círculos) e os corredores de transporte que ligam uns aos outros (gasodutos e oleodutos, a ativar na legenda). A cor indica a substância — gás, petróleo ou mista —, o tamanho indica a produção anual do campo ou a potência instalada da usina.
Duas publicações do Global Energy Monitor, ambas sob licença CC BY 4.0: o Global Oil and Gas Extraction Tracker (março de 2026) para os campos, o Global Oil and Gas Plant Tracker (janeiro de 2026) para as usinas. Apenas os sítios em operação são considerados, acima de dois limiares: 5 Mboe por ano para um campo, 500 MW para uma usina. Campos a menos de 5 km de distância são reunidos em um único ponto que carrega sua produção acumulada — a fonte os publica licença por licença, não campo por campo. O ranking conta sítios, não volumes: os MW de uma usina e os barris de um campo não se somam.
O mapa opõe duas geografias. A da extração se concentra onde estão as reservas: Golfo Arábico-Pérsico, Sibéria Ocidental, golfo do México, Mar do Norte, bacias offshore brasileira e da África Ocidental. A da combustão segue o consumo: litorais do Leste Asiático, Europa, Estados Unidos. Onde as duas se sobrepõem, um país queima o que extrai; em todos os outros lugares, a diferença entre os quadrados e os círculos é precisamente o que os corredores e os navios metaneiros preenchem.
Um sítio a cada três dessa seleção está nos Estados Unidos, muito à frente da China e da Rússia. Os maiores campos em produção continuam sendo Burgan, no Kuwait, e Rumaila, no Iraque, ambos descobertos em meados do século XX. Um quarto dos campos considerados são offshore. No lado a jusante, quase dois terços das usinas funcionam a gás puro: o gás se impôs como o combustível fóssil da produção elétrica, enquanto o petróleo mantém aí um papel apenas marginal.